Analysis of information sources in references of the Wikipedia article "Anauê" in English language version.
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De fato, a Ação Integralista Brasileira possuía todos os elementos de caracterização externa do fascismo, como a camisa-uniforme, nascida da camiccia nera de Mussolini, que nele era verde (como nos congêneres romeno e húngaro), tendo sido parda no nazismo, preta nos fascistas tchecos e ingleses, azul nos irlandeses e nos portugueses de Rolão Preto; e até dourada num agrupamento mexicano aparentado. Ou, ainda, o signo de conotação meio mística: fascio littorio, svástica, cruz de fechas, tocha e, no Brasil, o sigma somatório. Ou, também, a saudação romana, comum a todas as modalidades e que entre nós passou por um processo revelador de assimilação, identificando-se à saudação indígena de paz com o brado 'Anauê'. Resultou uma saudação nacional, peculiar, reveladora do indianismo que sempre reponta em nossos diferentes nacionalismos como busca do timbre diferenciador; mas que nem por isso deixa de ser manifestação do sistema simbólico do fascismo, geral.
O figurino, com poucas modificações, permanece, saído diretamente dos anos 30. As botas, os quepes e o Sigma (que está para o integralismo como a suástica para o nazismo) atado ao braço deixaram de existir, mas a camisa verde está lá. O Sigma, agora mais discreto, aparece em prendedores de gravatas, pretas, como as calças e os sapatos. Só falta a saudação anauê, que costumavam fazer com o braço direito esticado. Engana-se, porém, quem pensa que a antiga doutrina atrai só saudosistas e remanescentes do auge do integralismo, época em que os "camisas verdes" chegaram a ser 1 milhão. Ao lado das cabeças brancas, jovens simpatizantes afirmam os valores da doutrina. Adequados, ao seu modo, aos novos tempos, os integralistas veem na Internet o grande instrumento para a divulgação de suas ideias.
O movimento Integralista destacou-se no Brasil com um cada vez maior número de seguidores, que ficaram conhecidos como "camisas verdes" fazendo menção aos seus uniformes. Exibições públicas, típicas dos movimentos fascistas eram comuns no Movimento Integralista.5 Tratavam-se com um cumprimento de origem tupi-guarani, "Anauê!" com clara alusão ao "Heil!" nazista.
The Integralists sought to achieve an authoritarian and corporatist state (an "integral state") that would foster a new multiracial—if anti-Semitic—Brasilidade, a new Brazilian "race" defined in cultural and historical rather than ethnobiological terms. Members of the movement wore green shirts and combined the fascist salute with the Brazilian Indian greeting of "Anauê".
De fato, a Ação Integralista Brasileira possuía todos os elementos de caracterização externa do fascismo, como a camisa-uniforme, nascida da camiccia nera de Mussolini, que nele era verde (como nos congêneres romeno e húngaro), tendo sido parda no nazismo, preta nos fascistas tchecos e ingleses, azul nos irlandeses e nos portugueses de Rolão Preto; e até dourada num agrupamento mexicano aparentado. Ou, ainda, o signo de conotação meio mística: fascio littorio, svástica, cruz de fechas, tocha e, no Brasil, o sigma somatório. Ou, também, a saudação romana, comum a todas as modalidades e que entre nós passou por um processo revelador de assimilação, identificando-se à saudação indígena de paz com o brado 'Anauê'. Resultou uma saudação nacional, peculiar, reveladora do indianismo que sempre reponta em nossos diferentes nacionalismos como busca do timbre diferenciador; mas que nem por isso deixa de ser manifestação do sistema simbólico do fascismo, geral.
O figurino, com poucas modificações, permanece, saído diretamente dos anos 30. As botas, os quepes e o Sigma (que está para o integralismo como a suástica para o nazismo) atado ao braço deixaram de existir, mas a camisa verde está lá. O Sigma, agora mais discreto, aparece em prendedores de gravatas, pretas, como as calças e os sapatos. Só falta a saudação anauê, que costumavam fazer com o braço direito esticado. Engana-se, porém, quem pensa que a antiga doutrina atrai só saudosistas e remanescentes do auge do integralismo, época em que os "camisas verdes" chegaram a ser 1 milhão. Ao lado das cabeças brancas, jovens simpatizantes afirmam os valores da doutrina. Adequados, ao seu modo, aos novos tempos, os integralistas veem na Internet o grande instrumento para a divulgação de suas ideias.
De fato, a Ação Integralista Brasileira possuía todos os elementos de caracterização externa do fascismo, como a camisa-uniforme, nascida da camiccia nera de Mussolini, que nele era verde (como nos congêneres romeno e húngaro), tendo sido parda no nazismo, preta nos fascistas tchecos e ingleses, azul nos irlandeses e nos portugueses de Rolão Preto; e até dourada num agrupamento mexicano aparentado. Ou, ainda, o signo de conotação meio mística: fascio littorio, svástica, cruz de fechas, tocha e, no Brasil, o sigma somatório. Ou, também, a saudação romana, comum a todas as modalidades e que entre nós passou por um processo revelador de assimilação, identificando-se à saudação indígena de paz com o brado 'Anauê'. Resultou uma saudação nacional, peculiar, reveladora do indianismo que sempre reponta em nossos diferentes nacionalismos como busca do timbre diferenciador; mas que nem por isso deixa de ser manifestação do sistema simbólico do fascismo, geral.