Alexandra Correia (11 de novembro de 2010). «Luanda: A vida na cidade dos extremos». Lisboa. Visão (923): 88-106. Consultado em 20 de dezembro de 2010. Arquivado do original(Revista) em 19 de julho de 2012
«Universidade Islâmica em Estudo». Luanda: O País Online. 8 de outubro de 2010. Consultado em 26 de dezembro de 2010. Arquivado do original em 8 de setembro de 2012
Alexandra Correia (11 de novembro de 2010). «Luanda: A vida na cidade dos extremos». Lisboa. Visão (923): 88-106. Consultado em 20 de dezembro de 2010. Arquivado do original(Revista) em 19 de julho de 2012
«Angola. Ethnologue.com». Os 26% aqui indicados são desactualizados, de acordo com as estimativas do Instituto Nacional de Estatística. Consultado em 19 de outubro de 2010. Arquivado do original em 3 de janeiro de 2006
Faustino Diogo (12 de novembro de 2010). «País ao raios X». Angola Exame. Consultado em 14 de novembro de 2010. Arquivado do original(Revista) em 12 de março de 2013
Onofre Martins dos Santos (2012). «O Município na Constituição Angolana»(PDF). Lisboa: Instituto de Ciências Jurídico-Políticas da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Consultado em 5 de agosto de 2019
«Universidade Islâmica em Estudo». Luanda: O País Online. 8 de outubro de 2010. Consultado em 26 de dezembro de 2010. Arquivado do original em 8 de setembro de 2012
«World Refugee Survey». U.S. Committee for Refugees and Immigrants. 2008. p.37. Consultado em 26 de outubro de 2013. Arquivado do original em 26 de janeiro de 2011
«Angola». Consultado em 26 de outubro de 2013. Arquivado do original em 12 de outubro de 2013, U.S. Department of State. NB: Estimations in 2011 put that number at 100,000, and add about 150,000 to 200,000 other Europeans and Latin Americans.
Bureau of International Labor Affairs (2006). «2005 Findings on the Worst Forms of Child Labor»(PDF). Este artigo incorpora texto a partir desta fonte, que é de domínio público. U.S. Department of Labor. Consultado em 14 de fevereiro de 2011. Arquivado do original(PDF) em 13 de novembro de 2008
«World Refugee Survey». U.S. Committee for Refugees and Immigrants. 2008. p.37. Consultado em 26 de outubro de 2013. Arquivado do original em 26 de janeiro de 2011
«Angola». Consultado em 26 de outubro de 2013. Arquivado do original em 12 de outubro de 2013, U.S. Department of State. NB: Estimations in 2011 put that number at 100,000, and add about 150,000 to 200,000 other Europeans and Latin Americans.
«Angola. Ethnologue.com». Os 26% aqui indicados são desactualizados, de acordo com as estimativas do Instituto Nacional de Estatística. Consultado em 19 de outubro de 2010. Arquivado do original em 3 de janeiro de 2006
Faustino Diogo (12 de novembro de 2010). «País ao raios X». Angola Exame. Consultado em 14 de novembro de 2010. Arquivado do original(Revista) em 12 de março de 2013
Bureau of International Labor Affairs (2006). «2005 Findings on the Worst Forms of Child Labor»(PDF). Este artigo incorpora texto a partir desta fonte, que é de domínio público. U.S. Department of Labor. Consultado em 14 de fevereiro de 2011. Arquivado do original(PDF) em 13 de novembro de 2008