Early gothic... is characterized by graceful, curving figures and soft, looping drapery worked in a series of ridges and troughs. From these troughs is derived the commonly used German term for this style—Muldenstil. This drapery convention is essentially a Greek invention of the 4th century bc. (...) Late 12th century... A variation, which originated in the Meuse Valley, was the so-called Muldenfaltenstil, named after the small, troughlike folds into which drapery breaks (e.g., the Psalter of Queen Ingeborg, northern France, c. 1200). Encyclopaedia Britannica, entradas Gothic sculpture e Manuscript illustration.
Sobre o estilo dos panejamentos ajustados que se diz caracterizar a primeira arte gótica, incluindo os desenhos de Villard, veja-se PanofskyRenaissances and Renascences, pg. 57 (...) Se a alegoria foi o meio verbal para cobrir a nudez envergonhada do corpo, o panejamento foi o meio visual pelo qual os artistas podiam tomar de empréstimo a imperturbável arte grega e romana. Os historiadores da arte medieval passam uma excessiva quantidade de tempo a estudar as pregas das roupas como sinais de uma individualidade estilística. O Muldenfaltenstil ou "prega pesada em forma de depressão" de Villard e seus contemporâneos é interpretada em geral como uma das fórmulas classicamente inspiradas do "estilo 1200", mas as razões da sua assimilação são complexas. A ação de vestir ajuda a definir as fronteiras e os limites do que é santo. Um corpo sem limites e barreiras é um corpo perdido no limbo da mera fisicalidade e aberto à penetração. Michael Camille, El ídolo gótico, Akal, 2000, ISBN 8446009552, pgs. 117-119.