"Tornou-se habitual que imperadores (e Imperatrizes) que foram aprovados em suas vidas - fossem reconhecidos como divindade após sua morte. Eles foram chamados dedivi, não dei como os deuses Olímpicos" (Enciclopédia Britânica).
Os seguintes são exemplos: Mt 16:16; 26:63; Mc 3:11; Lc 4:41; 22:70; Jo 1:34, 49; 3:18; 5:25; 11:4, 27; 20:31; Ac 9:20; 2 Cor 1:19; Ga 2:20; Ep 4:13; Hb 4:14; 6:6; 7: 3; 10:29; 1 Jo 3:8; 4:15; 5:5, 10, 12, 13, 20; Ap 2:18. "Υἱὸς τοῦ θεοῦ" (huios tou theou) aparece em Mt 4:3; Lc 4:3; Jo 10:36. Marcos, que de acordo com os comentadores seria o evangelho mais antigo, usa "ὁ υἱὸς τοῦ θεοῦ" uma vez, atribuindo-o para "espíritos impuros", que estavam "fazendo-o conhecido" Marcos 3:11-12 e "θεοῦ υἱός" (theou huios) na (Marcos 15:39), onde teria sido dita por um centurião pagão. No primeiro versículo deste evangelho, alguns manuscritos têm (no caso genitivo) "υἱὸς θεοῦ" (huios theou), outros "υἱὸς τοῦ θεοῦ"(huios tou theou), outros omitem a frase em qualquer forma; Algumas edicões (como a da United Bible Societies) mantêm a frase para indicar que, no estado atual dos textos do Novo Testamento, não se pode ter como absolutamente certo que a frase faz parte do texto. O apóstolo Paulo usa "θεοῦ υἱός" (theou huios) uma vez, em Romanos 1:4, uma carta na qual ele quatro vezes (Citar bíblia|livro = Romanos|capítulo = 1|verso = 9}}, Romanos 5:10, Romanos 8:3, Romanos 8:32) refere-se a Jesus como "seu filho", ou seja, filho de Deus (com o artigo definido não se trata meramente de um filho de Deus). Ele usa o "seu filho" no mesmo sentido também em outras cartas I Coríntios 1:9 e Gálatas 4:4, Gálatas 4:6), e usa "ὁ υἱὸς τοῦ θεοῦ" três vezes (II Coríntios 1:19, Gálatas 2:20 e Efésios 4:13).