Analysis of information sources in references of the Wikipedia article "Israel" in Portuguese language version.
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Israel and Syria are holding indirect peace talks, with Turkey acting as a mediator…
"A República Tcheca atualmente, antes da assinatura da paz entre Israel e Palestina, reconhece que Jerusalém é, de fato, a capital de Israel nas fronteiras da linha de demarcação de 1967. "O Ministério também disse que só consideraria realocar sua embaixada com base em "resultados de negociações".
"Milos Zeman diz que a mudança vai ocorrer em três fases. A primeira está prevista para o próximo mês, com a abertura de um Consulado honorário".
Israeli tanks massed at the Gaza border as warplanes again pounded Hamas targets in the densely populated enclave where raids have killed nearly 300 people in less than two days.
Late on Saturday thousands of Israeli troops and tanks invaded the Hamas-ruled Gaza Strip after eight days of punishing air strikes failed to halt the group's rocket fire into Israel.
Dois eventos marcaram recentemente o debate. Primeiro, a entrada em cena da Associação Internacional de Estudiosos do Genocídio. É a mais importante e, há um mês, concluiu que as ações de Israel 'se enquadram na definição legal de genocídio' prevista na Convenção. A associação menciona, por exemplo, que os bombardeios israelenses mataram ou feriram mais de 50 mil crianças, que estão entre os grupos protegidos pela convenção. A associação teve como alvo não apenas o Hamas, mas 'toda a população de Gaza' e destruiu deliberadamente 'campos agrícolas, armazéns de alimentos e padarias', bem como "escolas, universidades, bibliotecas, museus e arquivos, todos essenciais para o bem-estar coletivo contínuo e a identidade palestina'.
Duas semanas depois, a Comissão Internacional Independente de Inquérito sobre os Territórios Palestinos Ocupados, nomeada pela ONU, afirmou que 'o genocídio não é mais apenas provável, mas está acontecendo agora mesmo'.
Primeiro, ao sugerir que a política de Netanyahu não tem o apoio da população de Israel e que essa mesma política não seria a do Estado como um todo, Lula comete um erro factual. Ignora as evidências e tudo o que se sabe sobre a opinião pública israelense.
Segundo, ao dizer que não tinha qualquer problema com Israel e logo complementar com a afirmação de que muitos judeus eram contra o que o Netanyahu estava fazendo, Lula contribui com a confusão, prejudicial aos judeus e instrumental para os sionistas, de que Israel e judaísmo são uma única e mesma coisa.
Terceiro, ao confinar seu problema a Netanyahu e ao genocídio presidido por ele, Lula parece esquecer muito da história. Na verdade, acaba contribuindo para a naturalização da ideia de que a história começou em 7 de outubro de 2023; de que, antes desta data, mesmo sendo governado por Netanyahu durante 16 dos últimos 31 anos, Israel era um país normal, com quem se podia ter relações normais. E da ideia de que tudo ia bem na Palestina.
Demonstrators in cities around the world on Sunday marched in protest against the Israeli air strikes on the Gaza Strip that have killed nearly 300 people in the Palestinian territory.
Primeiro, ao sugerir que a política de Netanyahu não tem o apoio da população de Israel e que essa mesma política não seria a do Estado como um todo, Lula comete um erro factual. Ignora as evidências e tudo o que se sabe sobre a opinião pública israelense.
Segundo, ao dizer que não tinha qualquer problema com Israel e logo complementar com a afirmação de que muitos judeus eram contra o que o Netanyahu estava fazendo, Lula contribui com a confusão, prejudicial aos judeus e instrumental para os sionistas, de que Israel e judaísmo são uma única e mesma coisa.
Terceiro, ao confinar seu problema a Netanyahu e ao genocídio presidido por ele, Lula parece esquecer muito da história. Na verdade, acaba contribuindo para a naturalização da ideia de que a história começou em 7 de outubro de 2023; de que, antes desta data, mesmo sendo governado por Netanyahu durante 16 dos últimos 31 anos, Israel era um país normal, com quem se podia ter relações normais. E da ideia de que tudo ia bem na Palestina.
Israeli tanks massed at the Gaza border as warplanes again pounded Hamas targets in the densely populated enclave where raids have killed nearly 300 people in less than two days.
Demonstrators in cities around the world on Sunday marched in protest against the Israeli air strikes on the Gaza Strip that have killed nearly 300 people in the Palestinian territory.
Late on Saturday thousands of Israeli troops and tanks invaded the Hamas-ruled Gaza Strip after eight days of punishing air strikes failed to halt the group's rocket fire into Israel.
Dois eventos marcaram recentemente o debate. Primeiro, a entrada em cena da Associação Internacional de Estudiosos do Genocídio. É a mais importante e, há um mês, concluiu que as ações de Israel 'se enquadram na definição legal de genocídio' prevista na Convenção. A associação menciona, por exemplo, que os bombardeios israelenses mataram ou feriram mais de 50 mil crianças, que estão entre os grupos protegidos pela convenção. A associação teve como alvo não apenas o Hamas, mas 'toda a população de Gaza' e destruiu deliberadamente 'campos agrícolas, armazéns de alimentos e padarias', bem como "escolas, universidades, bibliotecas, museus e arquivos, todos essenciais para o bem-estar coletivo contínuo e a identidade palestina'.
Duas semanas depois, a Comissão Internacional Independente de Inquérito sobre os Territórios Palestinos Ocupados, nomeada pela ONU, afirmou que 'o genocídio não é mais apenas provável, mas está acontecendo agora mesmo'.