Tempo (Portuguese Wikipedia)

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    «The American Heritage Stedman's Medical Dictionary». 2002. Consultado em 9 de abril de 2011. Cópia arquivada em 5 de março de 2012. Uma duração ou relação entre acontecimentos expressa como passado, presente e futuro e medida em unidades como minutos, horas, dias, meses ou anos.
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  • Burnham, Douglas (2006). «Gottfried Wilhelm Leibniz (1646–1716) Metaphysics – 7. Space, Time, and Indiscernibles». The Internet Encyclopedia of Philosophy. Consultado em 12 de setembro de 2026. Cópia arquivada em 14 de maio de 2011. Em primeiro lugar, Leibniz considera absurda a ideia de que espaço e tempo possam ser substâncias ou algo semelhante a substâncias. Ver, por exemplo, o quarto escrito de Leibniz na 'Correspondência com Clarke', §8 e seguintes. Um espaço vazio seria uma substância sem propriedades, que nem Deus poderia modificar ou destruir [...] Espaço e tempo são características internas ou intrínsecas dos conceitos completos das coisas, e não extrínsecas [...] A concepção de Leibniz tem duas consequências principais. Primeiro, não há localização absoluta no espaço nem no tempo. A localização é sempre a posição de um objeto ou acontecimento em relação a outros objetos e acontecimentos. Segundo, espaço e tempo não são reais em si mesmos, isto é, não são substâncias. Eles são ideais. Espaço e tempo são apenas maneiras metafisicamente ilegítimas de perceber certas relações virtuais entre substâncias. São fenômenos ou, a rigor, ilusões, embora bem fundamentadas nas propriedades internas das substâncias [...] Às vezes é conveniente pensar em espaço e tempo como algo 'lá fora', além das entidades e de suas relações mútuas, mas essa conveniência não deve ser confundida com a realidade. O espaço nada mais é que a ordem dos objetos coexistentes. O tempo nada mais é que a ordem dos acontecimentos sucessivos. Essa concepção costuma ser chamada de teoria relacional do espaço e do tempo.
  • McCormick, Matt (2006). «Immanuel Kant (1724–1804) Metaphysics: 4. Kant's Transcendental Idealism». The Internet Encyclopedia of Philosophy. Consultado em 9 de abril de 2011. Cópia arquivada em 26 de abril de 2011. Kant argumenta que o tempo também é necessário como forma ou condição de nossas intuições dos objetos. A própria ideia de tempo não pode ser extraída da experiência, pois seria impossível representar a sucessão e a simultaneidade dos objetos, os fenômenos que assinalariam sua passagem, se já não possuíssemos a capacidade de representar objetos no tempo [...] Dizer que a mente do sujeito que conhece fornece o elemento a priori não significa que espaço, tempo ou as categorias sejam meras criações da imaginação. Kant é um realista empírico quanto ao mundo que experimentamos. Podemos conhecer os objetos tal como se apresentam a nós. Sua argumentação sobre o papel da mente na constituição da natureza oferece uma defesa firme da ciência e do estudo do mundo natural. Ele sustenta que todos os seres discursivos e racionais precisam conceber o mundo físico como uma unidade espacial e temporal.
  • Tim Jankowiak. «Immanuel Kant» (em inglês). Internet Encyclopedia of Philosophy. Consultado em 12 de setembro de 2026

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    «The American Heritage Stedman's Medical Dictionary». 2002. Consultado em 9 de abril de 2011. Cópia arquivada em 5 de março de 2012. Uma duração ou relação entre acontecimentos expressa como passado, presente e futuro e medida em unidades como minutos, horas, dias, meses ou anos.
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    «The American Heritage Science Dictionary @dictionary.com». 2002. Consultado em 9 de abril de 2011. Cópia arquivada em 5 de março de 2012. 1. Uma grandeza contínua e mensurável em que os acontecimentos ocorrem em uma sequência que vai do passado, pelo presente, até o futuro. 2a. Um intervalo que separa dois pontos dessa grandeza, uma duração. 2b. Um sistema ou referencial no qual esses intervalos são medidos ou essas grandezas são calculadas.
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